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Todo projeto começa com paixão. Depois vem o enamoramento, o estranhamento e, com alguma sorte, o amor. É nesse percurso que gosto de trabalhar.
Atuo como atriz, produtora e gestora cultural. Nunca vi método e loucura como opostos. Nem sensibilidade e estrutura. Um costuma salvar o outro. Crio condições para que uma ideia sobreviva ao encontro com a realidade.
Faço isso com rigor, humor e alguma teimosia. O entusiasmo é um bom começo, mas é a conversa que permanece depois dele que me faz ficar. É quando uma ideia deixa de seduzir e começa a pedir compromisso que gosto de trabalhar.
É assim que encontro meu lugar em cena, na produção e na interlocução artística.
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